Ainda que...
Ainda que não escrevas livros...
és o escritor de tua vida.
Ainda que não sejas Miguelangelo...
podes fazer de tua vida uma obra-prima.
Ainda que cantes desafinado...
tua existência pode ser uma linda canção, que qualquer afamado compositor invejaria.
Ainda que não entendas de música...
tua vida pode ser uma magnífica sinfonia que os clássicos respeitariam
Ainda que não tenhas estudado numa escola de comunicação...
tua vida pode transformar-se numa reportagem modelo.
Ainda que não tenhas grande cultura...
podes cultivar a sabedoria da caridade.
Ainda que teu trabalho seja humilde...
podes converter teu dia em oração.
Ainda que tenhas quarenta, cinqüenta, sessenta ou setenta anos...
podes ser jovem de espírito.
Ainda que as rugas já manquem teu rosto...
vale mais tua beleza interior.
Ainda que teus pés sangrem nos tropeços e pedras do caminho...
teu rosto pode sorrir.
Ainda que tuas mãos conservem as cicatrizes dos problemas e das incompreensões...
teus lábios podem agradecer.
Ainda que as lágrimas amargas recorram teu rosto... tens um coração para amar.
Ainda que não o compreendas...
no céu tens reservado um lugar...
As Pessoas se Completam
Quando depositamos muita confiança ou expectativas em uma pessoa,
o risco de se decepcionar é muito grande.
As pessoas não estão neste mundo para satisfazer nossas expectativas,
assim como não estamos aqui para satisfazer as delas.
Temos que nos bastar.
Nos bastar sempre e,
quando procurarmos estar com alguém,
fazer isso ciente de que estamos juntos porque gostamos,
porque queremos e nos sentimos bem,
mas nunca por precisar de alguém.
As pessoas não se "precisam".
Elas se "completam".
Não por serem metades,
mas por serem pessoas inteiras,
dispostas a dividir objetivos comuns, alegrias e vida.
Valor da mulher
A mulher foi feita da costela do homem, não dos pés para ser pisada, nem da cabeça para ser superior, mas sim do lado para ser companheira (igual)
Lave sua Vidraçaria
Um casal, recém-casados, mudou-se para um bairro muito tranqüilo.Na primeira manhã que passavam na casa, enquanto tomavam café, a mulher reparou em uma vizinha que pendurava lençóis no varal e comentou com o marido:
Que lençóis sujos ela está pendurando no varal! Está precisando de um sabão novo. Se eu tivesse intimidade perguntaria se ela quer que eu a ensine a lavar as roupas!
O marido observou calado.
Três dias depois, também durante o café da manhã, a vizinha pendurava lençóis no varal e novamente a mulher comentou com o marido:
Nossa vizinha continua pendurando os lençóis sujos! Se eu tivesse intimidade perguntaria se ela quer que eu a ensine a lavar as roupas!
E assim, a cada três dias, a mulher repetia seu discurso, enquanto a vizinha pendurava suas roupas no varal.
Passado um mês a mulher se surpreendeu ao ver os lençóis muito brancos sendo estendidos, e empolgada foi dizer ao marido:
Veja, ela aprendeu a lavar as roupas, será que a outra vizinha a deu sabão? Porque eu não fiz nada.
O marido calmamente a respondeu:
Não, hoje eu levantei mais cedo e lavei a vidraça da janela!
E assim é. Tudo depende da janela, através da qual observamos os fatos. Antes de criticar, verifique se você fez alguma coisa para contribuir; verifique seus próprios defeitos e limitações. Devemos olhar, antes de tudo, para nossa própria casa, para dentro de nós mesmos.
Lave sua vidraça!
Abra sua janela!
Obreira Aprovada
Disse que era o que mais queria; o pastor não te obrigou.
Disse querer ajudar os que ainda estão a sofrer,
Que não tiveram o privilégio de serem felizes como você.
E existem trabalhos na Igreja que dependem de você,
E que o pastor sozinho não conseguem resolver, mas nem você poderá, se não fizer com prazer.
Seja fiel a Jesus e não a sua igreja, conquistando pouco a pouco aquilo que mais almeja.
Seja discreta em tudo e não somente no vestir, mas também em não espalhar o que porventura ouvir.
Ao dar orientação, também exige da obreira lealdade e descrição.
Para algumas situações, temos que ter senso de humor e para não ser atingidos,
Ter ouvidos de “mercador” ou contar de 1 a 10 para não tocar na ira e trocar as mãos pelos pés.
Aprenda a respeitar a maneira do outro ser, pois por mais que você queira,
Ninguém é igual a você, e mesmo com as diferenças, Deus a escolheu também.
Para Deus, vocês são iguais, não tem preferência por ninguém.
Não critique aquela obreira que faz menos que você. Faça, ainda que sozinha,
não para o outro ver, e sim de todo o coração.
Para te dar disposição, comece a fazer, e todos então, farão.
Aquela que não fizer, talvez nem seja porque não quer, e até se entristece em não poder,
Quando tem oportunidade, ela serve com prazer, dando o melhor de si,
chegando a fazer tanto ou mais que você.
Não fuja da rotina, trabalhando na igreja, fingindo estar nos conformes,
Mas no fundo você sabe que esconde suas tristezas vestindo um uniforme.
O sorriso nos seus lábios sempre ao cumprimentar, se pondo a disposição a quem quiser conversar.
Mesmo enfrentando lutas, ela é toda alegria. Gentil com todos que a cercam, assim ela é todo dia.
Sempre bem educada, cheirosa, bem asseada, essa Obreira é a falada,
não por dar mau exemplo, e sim por ser dedicada.
Todos se espelham nela.
Ela é a obreira aprovada !
Vingando-se do diabo
Quando o vento sopra ao contrário...
Navegando vagarosamente muitos dias e tendo chegado com dificuldade defronte de Cnido, não nos sendo permitido prosseguir, por causa do vento contrário, navegamos sob a proteção de Creta, na altura de Salmona." (Atos, 27.7)
Há momentos da nossa vida em que os ventos parecem ser contrários. Nada dá certo! Nada funciona! Tentamos, tentamos, mas não vamos a lugar nenhum porque os ventos nos são contrários.
Esta é a conclusão a que chega Lucas pelo fato de que nada estava dando certo na viagem de Paulo, que queria chegar a Roma, mas não estava indo a lugar nenhum.
Dois anos e meio preso, jogado de um lado para o outro, a vida andando em círculos, patinando, seus dias resumiam-se à vida monótona de uma cadeia.
Finalmente, parecia que tudo ia dar certo: ele conseguiu embarcar em um navio que estava partindo para Roma.
Diz o texto que os ventos voltaram a soprar contrário e a viagem de Paulo tornou-se mais um problema, mais uma dificuldade e mais uma provação.
O que fazer quando tudo parece conspirar contra a nossa vida? O que fazer quando, por mais que tentemos nós, não conseguimos ir a lugar nenhum? O que fazer quando em nossa vida os ventos sopram contrário, os céus estão blindados, Deus parece estar silente e o nosso barquinho começa a ser açoitado pelas ondas da vida?
Esse texto nos dá algumas dicas preciosas para enfrentarmos esses momentos de crise:
Devemos reavaliar as nossas prioridades. A crise tem esse efeito didático em nossas vidas. ela nos leva a reavaliar as nossas prioridades. E é exatamente isso o que Paulo e seus companheiros de viagem fazem naquele momento crítico da viagem. Diz o texto que eles não tiveram receio de jogar fora os seus pertences (vv. 18, 19 e 38).
A crise nos leva a reavaliar as nossas prioridades. Ela nos faz ver aquilo que realmente é importante e aquilo que não é importante. Então quando o barco das nossas vidas estiverem sendo açoitados, é hora de revermos as prioridades, é hora de jogar ao mar aquilo que não tem muito valor e nos agarrar àquilo que realmente importa.
Devemos nos agarrar às promessas iniciais de Deus. O navio estava sendo açoitado de um lado para o outro, todo mundo desesperado, mas havia alguém sereno dentro do barco. Quem era? Paulo. Porque ele tinha uma promessa inicial de Deus, dita pelo anjo que aparecera para ele na noite anterior: ele, apesar de todas as dificuldades, iria chegar a Roma para testemunhar de Cristo perante o César.
Os ventos eram impiedosos, o navio estava se partindo, mas Paulo estava sereno porque sabia que Deus jamais deixou de cumprir as Suas promessas. Portanto, quando o barco de nossas vidas não estiver indo a lugar nenhum por causa dos ventos contrários, agarremo-nos às promessas de Deus, porquanto são infalíveis.
Devemos lembrar que Deus não promete sermos poupados de sofrer, mas nos promete sermos poupados no sofrer. Um anjo do Senhor aparece para Paulo, consola-o e anima-o. Porém, não o saca da tempestade. Dá ânimo, mas não lhe poupa do sofrer.
E aqui está o nosso privilégio em termos fé. Deus não nos poupa DE sofrer. Deus nos poupa NO sofrer. Não nos dá pernas ágeis para correr, nos dá ombros largos para suportar o peso da cruz.
Quando o barquinho das nossas vidas estiver sendo açoitado pelos ventos que nos são contrários, devemos sempre nos lembrar dessas verdades que nos dão a certeza de que nossas vidas estão seguras nas mãos do nosso Deus e que toda crise obedece a um propósito determinado dentro de Seu plano eterno.












