Quando depositamos muita confiança ou expectativas em uma pessoa,
o risco de se decepcionar é muito grande.
As pessoas não estão neste mundo para satisfazer nossas expectativas,
assim como não estamos aqui para satisfazer as delas.
Temos que nos bastar.
Nos bastar sempre e,
quando procurarmos estar com alguém,
fazer isso ciente de que estamos juntos porque gostamos,
porque queremos e nos sentimos bem,
mas nunca por precisar de alguém.
As pessoas não se "precisam".
Elas se "completam".
Não por serem metades,
mas por serem pessoas inteiras,
dispostas a dividir objetivos comuns, alegrias e vida.
As Pessoas se Completam
Valor da mulher
A mulher foi feita da costela do homem, não dos pés para ser pisada, nem da cabeça para ser superior, mas sim do lado para ser companheira (igual)
Lave sua Vidraçaria
Um casal, recém-casados, mudou-se para um bairro muito tranqüilo.Na primeira manhã que passavam na casa, enquanto tomavam café, a mulher reparou em uma vizinha que pendurava lençóis no varal e comentou com o marido:
Que lençóis sujos ela está pendurando no varal! Está precisando de um sabão novo. Se eu tivesse intimidade perguntaria se ela quer que eu a ensine a lavar as roupas!
O marido observou calado.
Três dias depois, também durante o café da manhã, a vizinha pendurava lençóis no varal e novamente a mulher comentou com o marido:
Nossa vizinha continua pendurando os lençóis sujos! Se eu tivesse intimidade perguntaria se ela quer que eu a ensine a lavar as roupas!
E assim, a cada três dias, a mulher repetia seu discurso, enquanto a vizinha pendurava suas roupas no varal.
Passado um mês a mulher se surpreendeu ao ver os lençóis muito brancos sendo estendidos, e empolgada foi dizer ao marido:
Veja, ela aprendeu a lavar as roupas, será que a outra vizinha a deu sabão? Porque eu não fiz nada.
O marido calmamente a respondeu:
Não, hoje eu levantei mais cedo e lavei a vidraça da janela!
E assim é. Tudo depende da janela, através da qual observamos os fatos. Antes de criticar, verifique se você fez alguma coisa para contribuir; verifique seus próprios defeitos e limitações. Devemos olhar, antes de tudo, para nossa própria casa, para dentro de nós mesmos.
Lave sua vidraça!
Abra sua janela!
Obreira Aprovada
Disse que era o que mais queria; o pastor não te obrigou.
Disse querer ajudar os que ainda estão a sofrer,
Que não tiveram o privilégio de serem felizes como você.
E existem trabalhos na Igreja que dependem de você,
E que o pastor sozinho não conseguem resolver, mas nem você poderá, se não fizer com prazer.
Seja fiel a Jesus e não a sua igreja, conquistando pouco a pouco aquilo que mais almeja.
Seja discreta em tudo e não somente no vestir, mas também em não espalhar o que porventura ouvir.
Ao dar orientação, também exige da obreira lealdade e descrição.
Para algumas situações, temos que ter senso de humor e para não ser atingidos,
Ter ouvidos de “mercador” ou contar de 1 a 10 para não tocar na ira e trocar as mãos pelos pés.
Aprenda a respeitar a maneira do outro ser, pois por mais que você queira,
Ninguém é igual a você, e mesmo com as diferenças, Deus a escolheu também.
Para Deus, vocês são iguais, não tem preferência por ninguém.
Não critique aquela obreira que faz menos que você. Faça, ainda que sozinha,
não para o outro ver, e sim de todo o coração.
Para te dar disposição, comece a fazer, e todos então, farão.
Aquela que não fizer, talvez nem seja porque não quer, e até se entristece em não poder,
Quando tem oportunidade, ela serve com prazer, dando o melhor de si,
chegando a fazer tanto ou mais que você.
Não fuja da rotina, trabalhando na igreja, fingindo estar nos conformes,
Mas no fundo você sabe que esconde suas tristezas vestindo um uniforme.
O sorriso nos seus lábios sempre ao cumprimentar, se pondo a disposição a quem quiser conversar.
Mesmo enfrentando lutas, ela é toda alegria. Gentil com todos que a cercam, assim ela é todo dia.
Sempre bem educada, cheirosa, bem asseada, essa Obreira é a falada,
não por dar mau exemplo, e sim por ser dedicada.
Todos se espelham nela.
Ela é a obreira aprovada !
Vingando-se do diabo
Quando o vento sopra ao contrário...
Navegando vagarosamente muitos dias e tendo chegado com dificuldade defronte de Cnido, não nos sendo permitido prosseguir, por causa do vento contrário, navegamos sob a proteção de Creta, na altura de Salmona." (Atos, 27.7)
Há momentos da nossa vida em que os ventos parecem ser contrários. Nada dá certo! Nada funciona! Tentamos, tentamos, mas não vamos a lugar nenhum porque os ventos nos são contrários.
Esta é a conclusão a que chega Lucas pelo fato de que nada estava dando certo na viagem de Paulo, que queria chegar a Roma, mas não estava indo a lugar nenhum.
Dois anos e meio preso, jogado de um lado para o outro, a vida andando em círculos, patinando, seus dias resumiam-se à vida monótona de uma cadeia.
Finalmente, parecia que tudo ia dar certo: ele conseguiu embarcar em um navio que estava partindo para Roma.
Diz o texto que os ventos voltaram a soprar contrário e a viagem de Paulo tornou-se mais um problema, mais uma dificuldade e mais uma provação.
O que fazer quando tudo parece conspirar contra a nossa vida? O que fazer quando, por mais que tentemos nós, não conseguimos ir a lugar nenhum? O que fazer quando em nossa vida os ventos sopram contrário, os céus estão blindados, Deus parece estar silente e o nosso barquinho começa a ser açoitado pelas ondas da vida?
Esse texto nos dá algumas dicas preciosas para enfrentarmos esses momentos de crise:
Devemos reavaliar as nossas prioridades. A crise tem esse efeito didático em nossas vidas. ela nos leva a reavaliar as nossas prioridades. E é exatamente isso o que Paulo e seus companheiros de viagem fazem naquele momento crítico da viagem. Diz o texto que eles não tiveram receio de jogar fora os seus pertences (vv. 18, 19 e 38).
A crise nos leva a reavaliar as nossas prioridades. Ela nos faz ver aquilo que realmente é importante e aquilo que não é importante. Então quando o barco das nossas vidas estiverem sendo açoitados, é hora de revermos as prioridades, é hora de jogar ao mar aquilo que não tem muito valor e nos agarrar àquilo que realmente importa.
Devemos nos agarrar às promessas iniciais de Deus. O navio estava sendo açoitado de um lado para o outro, todo mundo desesperado, mas havia alguém sereno dentro do barco. Quem era? Paulo. Porque ele tinha uma promessa inicial de Deus, dita pelo anjo que aparecera para ele na noite anterior: ele, apesar de todas as dificuldades, iria chegar a Roma para testemunhar de Cristo perante o César.
Os ventos eram impiedosos, o navio estava se partindo, mas Paulo estava sereno porque sabia que Deus jamais deixou de cumprir as Suas promessas. Portanto, quando o barco de nossas vidas não estiver indo a lugar nenhum por causa dos ventos contrários, agarremo-nos às promessas de Deus, porquanto são infalíveis.
Devemos lembrar que Deus não promete sermos poupados de sofrer, mas nos promete sermos poupados no sofrer. Um anjo do Senhor aparece para Paulo, consola-o e anima-o. Porém, não o saca da tempestade. Dá ânimo, mas não lhe poupa do sofrer.
E aqui está o nosso privilégio em termos fé. Deus não nos poupa DE sofrer. Deus nos poupa NO sofrer. Não nos dá pernas ágeis para correr, nos dá ombros largos para suportar o peso da cruz.
Quando o barquinho das nossas vidas estiver sendo açoitado pelos ventos que nos são contrários, devemos sempre nos lembrar dessas verdades que nos dão a certeza de que nossas vidas estão seguras nas mãos do nosso Deus e que toda crise obedece a um propósito determinado dentro de Seu plano eterno.
Acreditar em você
Deus vê, ouve e desce
E quando Deus desce, encontra também um mundo de pecadores – opressores e oprimidos. Que justiça Deus vem trazer? A justiça da fé! E ela se materializa no sacrifício. É isso que aprendemos na essência do êxodo do povo de Deus, que não é apenas a fuga do Egito, mas a saída da escravidão rumo à Terra Prometida. O Senhor viu o sofrimento dos escravos e por 400 anos esperou ouvir o seu clamor, e quando eles clamaram, desceu e lhes ordenou que saíssem do Egito para sacrificar no deserto. Eram escravos porque sacrificavam para o faraó. Seriam livres quando sacrificassem para Deus.
E foi o sacrifício que endureceu o coração do faraó. E endureceu de tal forma que 10 pragas não foram suficientes para lhe restabelecer o juízo e evitar que se afogassem, ele e seu exército, desarvorados na obstinação cega e desvairada que os matou nas ondas do Mar Vermelho.
Por que tanto ódio? Por que aquela perseguição insana nunca vista antes no mundo?
Nós conhecemos bem isso. Ninguém, nenhuma igreja, nenhum pastor, nenhum crente, tem sido obrigado a suportar a perseguição implacável do ódio neurótico do coração endurecido do mundo, tanto quanto nós. É o sacrifício. Mas ninguém tem tido as vitórias que temos tido. É o sacrifício. Quem praticá-lo pode estar certo das duas coisas.
Todos nascemos na escravidão dos nossos pecados e da sociedade injusta de um mundo cruel. Muitos passam a vida a clamar aos ricos ou a buscar justiça nas obras. Para os nascidos da fé, a justiça vem da fé e a vida é uma epopéia; a transposição de um deserto e de um Mar Vermelho; o êxodo da alma que consiste na caminhada triunfante no rumo certo à Terra Prometida dos nossos sonhos. E é nos montes do altar do sacrifício que se vê a Terra Prometida.
Bispo Marcelo Crivella
A Parábola do Porco Espinho
Durante a era glacial, muitos animais morriam por causa do frio.
Os porcos-espinhos, percebendo a situação, resolveram juntar-se em grupos, assim se agasalhavam e se protegiam mutuamente, mas os espinhos de cada um feriam os companheiros mais próximos, justamente os que ofereciam mais calor.
Por isso, decidiram afastar-se uns dos outros e começaram de novo a morrer congelados. Então, precisaram fazer uma escolha: ou desapareciam da Terra ou aceitavam os espinhos dos companheiros.
Com sabedoria, decidiram voltar a ficar juntos. Aprenderam, assim, a conviver com as pequenas feridas que a relação com uma pessoa muito próxima podia causar, já que o mais importante era o calor do outro.
E, assim, sobreviveram.
Moral da História
O melhor relacionamento não é aquele que une pessoas perfeitas, mas aquele onde cada um aprende a conviver com os defeitos do outro, e admirar suas qualidades.
Solteironas contra o tempo
Recentemente coloquei uma discussão na minha comunidade http://comunidade.arcauniversal.com sobre essa questão, se o tempo tem sido o pior inimigo de uma pessoa solteira.
As minhas amigas responderam bem a discussão, mas o problema é que para uma pessoa que tem se encontrado dentro desta turbulência na vida, a teoria somente não ajuda.
A teoria sempre é muito mais fácil do que a realidade, quando a mulher se encontra só e aquela música toca só para machucá-la ainda mais. Aí vem aquela pessoa que se acha uma amiga e faz aquele comentário famoso 'Ih....você vai ficar para titia hein? quando é que você vai casar?' Se eu fosse ela responderia, 'com quem, com o vento?' São nessas horas que você precisa usar a sua fé. Aquela sabe que é super insensível, fria, e sem nenhum sentimento... as vezes até curta e grossa.












